A Brandia Central foi a agência escolhida para desenvolver a marca
UEFA EURO 2016 France, a qual foi apresentada hoje, 26, em Paris. "Em
2016 será o ano em que o futebol se converte em arte" é a ideia central
por trás do projeto. O trabalho criativo desenvolvido pela agência é
exposto no logótipo do campeonato. Um símbolo redondo que se mistura com
vários componentes, desde os elementos inspirados na arte francesa, a
elementos sugeridos pelos futebol e até mesmo a ícones de França.
A imagem deste campeonato irá conter elementos da arte francesa como
estrelas, traços, linhas, figuras em harmonia com elementos tradicionais
do futebol como os troféus, linhas de campos, que se misturam ainda com
ícones de França como são as cores da bandeira ou os hexágonos do mapa
do país.
Todos estes elementos conjugam-se num contexto festivo, o tipo de
atmosfera que só se sente em eventos como este. Pois o objetivo é
"celebrar a arte do futebol".
Pela primeira vez o torneio contará com a presença de 24 seleções que irão disputar o troféu Henri Delaunay.
Recorde-se que a agência também foi responsável por criar a marca
UEFA EURO 2012 TM que combinava o desenvolvimento do futebol com o
desabrochar de flores e o Poland Ukraine and European Qualifiers TM.
Ficha Técnica:
Creative Design Master - Miguel Viana
Main Designers – Patrick Santos, Carlos Constantino, Hélder Pombinho
Web Designer – Juliana Triães
Brand Voice – José Cerqueira
Art Worker – Rui Henrique
Strategist – Monika Mishalski
Brand Consulting Manager – Filipa Robalo
Consultant – Vanessa Henriques
Fonte: Brandia Central
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27 de junho de 2013
30 de janeiro de 2013
Sport Life com novo design
Com 89.000 leitores por edição e mais de 20.000 fãs no Facebook, a Sport Life é propriedade do Grupo Motorpress, que publica mais de 150 revistas especializadas diferentes.
Fonte: Motorpress Lisboa
6 de agosto de 2012
Pop art de Warhol inspira FC Porto
Nos próximos dois anos a linha gráfica do FC Porto vai ser inspirada na pop art de Andy Warhol. A ideia foi desenvolvida pelo departamento de marketing do clube e será usada em suportes que vão desde as credenciais aos cartões de acesso, passando pelos convites e decoração da sala de imprensa.


Segundo um comunicado do clube a nova imagem "rompe com a linha seguida em anos anteriores e acompanha as mais recentes tendências do design gráfico, transmitindo uma imagem mais contemporânea, trendy e urbana".
A utilização de símbolos icónicos da história do clube reproduzidos com variações de cores reflete a inspiração da equipa de branding no movimento artístico pop art: os jogos de cor, o lettering escolhido e as formas características são exemplos bem visíveis. O FC Porto destaca-se, assim, pela diferenciação e sobretudo pelo refresh da sua imagem, refere o clube.
Durante os dois anos anteriores o mote foi a "Cidade FC Porto". O objetivo foi unir a cidade ao clube, de uma forma ilustrada e usando a fotografia onde foram coloridos os principais locais do Porto com bandeiras e cachecóis do clube.

Pop art de Warhol inspira FC Porto


Fonte: LPM
1 de agosto de 2012
Blug no rebranding da Taça Moçambique
A Blug foi a agência que ganhou o desenvolvimento do projecto de rebranding da Taça Moçambique Mcel, adiantou ao M&P Lourenço Lucena, executive head partner da agência.
"A Taça de Moçambique Mcel é uma das mais importantes competições desportivas de Moçambique e a intervenção da Blug passou por potenciar a associação da marca, bem como dar a esta competição uma imagem mais forte e sustentada, garantindo desta forma mais projecção para a Mcel", comenta, ao M&P, o responsável.
"As emoções positivas associadas ao desporto-rei reflectem um espírito de união e comunidade que é reforçado na conquista dos títulos. É essa ligação forte entre as pessoas em torno do futebol que quisemos potenciar para a Mcel", acrescenta Lourenço Lucena. A competição tem inicio este mês e termina em Fevereiro de 2013.
Fonte: Meios e Publicidade
27 de julho de 2012
Como encarar este logótipo de Londres 2012?
No-go logo
broken swastika (a very punk one)
baseball-capped
consumer-crazy
skateboarding yoof
Zion (for Iranians, oh no…)
Esta é uma pequena amostra da controvérsia gerada em torno do
logótipo concebido pela Wolff Olins para os Jogos Olímpicos de Londres
2012. Não é o primeiro caso, a mascote Cobi, de Mariscal, para os Jogos
Olímpicos de Barcelona 1992, um cachorro de face dúbia, gerou uma onda
de indignação. Eu próprio não gostei da chacota que Conan O´Brien fez
com o casal de mascotes, Neve e Gliz, que criei para os Jogos Olímpicos
de Inverno de Turim 2006. É quase impossível um ícone de grande
amplitude mediática agradar a todos e é natural que, numa época
caracterizada pela democratização da opinião, surjam ondas de criticismo
popular, mais ou menos leviano, até porque agora toda a gente é
criativa ou jornalista (especialmente no Facebook e no Twitter)
levando-me a concluir que, afinal, a democracia é foleira.
Há quatro anos, quando este logótipo foi apresentado não me agradou.
Agora que, a poucos dias do ínicio dos Jogos, o M&P me pediu um
artigo sobre ele, encontro-me novamente a contemplá-lo com a intenção de
o defender, de descobrir algo mais que me tenha escapado, mas volto a
não gostar. Aplico o princípio da designer Mary Lewis, “first catch the
eye, then the heart, then the mind”, só que não passo do primeiro nível.
Faço
batota e passo directo ao terceiro, “the mind”, lendo a justificação
conceptual da Wolff Olins, “um repto às pessoas a se desafiarem a si
próprias, a experimentarem coisas novas, a irem mais longe e a
descobrirem novas possibilidades”. Nesse sentido, este símbolo olímpico é
definido como “ousado e não convencional, deliberadamente audaz e
inesperadamente dissonante”, exprimindo Londres e o espírito olímpico,
pela atitude e não por algum tipo de conotação icónica à cidade ou ao
desporto “the emblem shows that the Games are more than London, more
than sport.”
Então, se o novo, o não convencional e o inesperadamente dissonante
são o drive, se o que importa é estar para além de Londres e do que
desporto, o que é que fica? O que é que vemos ou sentimos neste
logótipo? Quando não há referência simbólica percebida (2012, por si só,
não é distintivo de nada em particular) resta-nos o prazer do olhar,
formas e cores em harmonia com o nosso sentido de organização do caos
(efeito Gestalt) que justificam o valor da abstracção e ao qual chamamos
estética. Dois exemplos disso na arte, Mondrian e Rothko, dois exemplos
disso nas marcas, Nike e Deutsche Bank. Mas nem no campo da pura
abstracção estética, destituída de sentido figurativo, este logótipo nos
dá prazer no olhar. Tudo o que temos é um monte de fragmentos
volumosos, um símbolo visual que requer explicação, já que sem esta ele
anda à deriva do que cada um possa pensar. Ora, um símbolo sem foco
deixa de o ser e a diferença pela diferença é apenas pretenciosismo.
Esperava-se mais da cidade criativa de Vidal Sassoon, Neville Brody,
Paul Smith, Alexander McQueen, Vivienne Easwood… Visionários assim
criaram a tal diferença proclamada pela Wolff Olins, mas com substância,
conferindo a Londres uma identidade distintiva, simultaneamente
conservadora, pop, excêntrica e visionária.
De qualquer modo, um logótipo é apenas uma síntese visual de um
universo de experiências, a marca, sendo que em muitos casos não
constitui o elemento com maior destaque. Por exemplo, a garrafa da
Coca-cola assume maior protagonismo que o logótipo da marca e o mesmo
acontece com o nosso eléctrico amarelo em relação ao símbolo da Carris.
Nesse sentido, prefiro analisar os logótipos desdobrados numa
experiência multifacetada, em coerência com um conjunto de códigos de
marca de amplitude multissensorial que incluem tipografia, cores,
imagens, sinais, textos, filmes, sons e materiais. Como até agora não
detectei algo de particularmente relevante quanto ao desdobramento de
aplicações deste logótipo, vou dar o benefício da dúvida enquanto
aguardo pelo começo dos Jogos.
Deixei para o fim o aspecto que considero mais positivo neste
logótipo, o facto de ser o mesmo dos Jogos Paraolímpicos, contrariando a
convenção de cada um dos eventos ter a sua própria identidade visual.
Aqui sim, temos o melhor sinal de agregação dos povos e do espírito
olímpico, porque há atitudes que fazem mais por uma marca que certos
logótipos.
Artigo de opinião de Pedro Albuquerque, partner da Albuquerque Designing Business
Fonte: Meios e Publicidade
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