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22 de outubro de 2015

Barcelona quer reduzir dívida e aperta o cinto

O clube espanhol Barcelona propôs-se a reduzir a sua dívida em mais de 100 milhões de euros. Para isso, tem de controlar nomeadamente as transferências dos jogadores.

O clube espanhol FC Barcelona propôs reduzir a sua dívida dos actuais 328 milhões de euros para os 200 milhões de euros na temporada 2017-2018. De acordo com o jornal espanhol Expansión, a vice-presidente do clube para a área económica, Susana Monje, acredita que é possível alcançar esta meta mas não sem dificuldades.

Os salários e as amortizações dos futebolistas estão entre os maiores encargos para o clube, tendo no ano passado representado 73% do orçamento. A factura com estas duas rubricas poderá ainda crescer, segundo o jornal espanhol, com a renegociação dos contractos de alguns jogadores do clube, como é o caso do brasileiro Neymar.

As receitas oriundas através da venda de bilhetes e das transmissões televisivas dos jogos estão restritas e o crescimento nos próximos anos é limitado.

Por outro lado e em termos de marketing, o cenário é um pouco diferente. Segundo o Expansión, na temporada 2014-2015 as receitas de marketing do clube catalão representaram 37% do total dos 608 milhões de euros em receitas. Nesta rubrica, é expectável que sejam ainda conhecidos hoje novos detalhes sobre o patrocínio da Qatar Airways às camisolas da equipa de Messi (na foto). Nesta temporada, o patrocínio proporcionará já 36 milhões de euros.

Além disso, para que o objectivo da redução da dívida seja alcançado, é necessário que o clube catalão controle também as transferências de jogadores. Para a actual época não há nenhuma previsão económica – Barça pode já regressar ao mercado de Inverno depois da proibição da Fifa – mas as directivas do clube apontam para a necessidade de "extrema prudência".

E para a próxima temporada, segundo o jornal espanhol, os gastos líquidos (diferença entre transferências e venda de jogadores) serão de 60 milhões de euros.

Fonte: Jornal de Negócios

28 de agosto de 2015

Grupo chinês Wanda compra Triathlon por 573 milhões de euros


A empresa asiática está a crescer no meio do desporto com aquisições milionárias em 2015.

O gigante chinês Dalian Wanda anunciou hoje a compra da totalidade da empresa Triathlon Corporation, proprietária dos direitos de provas desportivas de resistência como Ironman, por 650 milhões de dólares (573 milhões de euros).

Com este negócio, “o Wanda transformar-se-á a maior empresa de operações desportivas”, indicou o grupo chinês, que anunciou hoje a aquisição num dos hotéis da companhia em Pequim.

O presidente do Wanda, Wang Jianlin, apontado, há uma semana, como o chinês mais rico do mundo, marcou presença no evento, assinalando que a compra mostra claramente que a orientação do grupo mudou, já que a empresa iniciou atividade com foco no mercado imobiliário.

A Triathlon Corporation, com sede na Flórida (EUA), é a terceira aquisição do Wanda no universo do desporto internacional desde o início do ano, depois de, em janeiro, o grupo ter adquirido 20 % das ações do clube espanhol de futebol Atlético de Madrid.

Em fevereiro, o grupo chinês adquiriu a suíça Infront, uma das maiores empresas mundiais de direitos desportivos.

“Trata-se de uma transição”, realçou Wang Jianlin, adiantando que o setor desportivo manter-se-á como uma das áreas chave nos seus planos de expansão internacional.

“Talvez anunciemos outra aquisição idêntica nos próximos seis meses”, afirmou, em declarações aos jornalistas na capital chinesa.

O milionário sublinhou que esta aquisição “completa” a formação do ramo do desporto do Wanda, que inclui organização de eventos, representação de atletas, marketing e emissão de competições, assim como o investimento direto no caso do Atlético de Madrid.

Wang Jianlin reconheceu que a China ainda está longe de alcançar alguns países do Ocidente neste campo, afirmando, por outro lado, que acredita que “agora, depois de anos de melhoria económica, o povo [chinês] tem mais apetite cultural e desportivo”, pelo que se comprometeu a “promover o melhor possível” este tipo de eventos no gigante asiático.

Fonte: Lusa

Académica de Rio Maior é o novo clube da cidade do desporto

Nasceu a 5 de Junho deste ano um novo clube em Rio Maior, que se afasta do futebol e se vira para modalidades como o voleibol, a ginástica e para a área do fitness, ao qual foi dado o nome de Associação Académica Desportiva de Rio Maior. Foi fundado por dois jovens estudantes da Escola Superior de Desporto e por um ex-aluno que se manteve pela cidade. Os três têm em comum o facto de não serem de Rio Maior, nem sequer do distrito de Santarém: João Moleiro, 24 anos, é o presidente e é de São Martinho do Porto; Pedro Baptista, 24 anos, é vice-presidente e é do Ramalhal (Torres Vedras); e Carlos Português, 21 anos, é tesoureiro e é de Vila Franca de Xira.

“Não somos de Rio Maior mas sentimo-nos riomaiorenses como se vivêssemos cá há 10 ou 15 anos. Criámos raízes muito fortes e queremos ficar por cá”, explica Carlos Português, acrescentando que o clube foi fundado devido a lacunas detectadas nas organizações desportivas já existentes na cidade: “Pensámos que fazia sentido conceber algo que dinamize a cidade do desporto, com excelência e rigor, algo que falta em Rio Maior. As entidades que já existem têm lacunas, nomeadamente ao nível da relação com a comunicação social. Não fazem chegar informação, não fazem chegar os resultados. Falham em alguns aspectos que consideramos fulcrais”.

Apesar da Académica de Rio Maior ter nascido no seio estudantil, o presidente João Moleiro quer que o clube se torne num clube da cidade e com o qual a população se identifique. “Neste momento não existe um clube que as pessoas vejam como o clube da cidade. Queremos que este o seja, que seja um clube das pessoas, que as pessoas o associem à sua cidade e que digam: este é o clube da minha terra e é este clube que eu vou apoiar”.

O primeiro ano, diz Pedro Baptista, é o da estabilização, o do começar devagarinho, de ver como as coisas correm. De início, o clube vai apostar no voleibol, no escalão de 10-11 anos. “Começamos por aí, para termos crescimento sustentado ao longo do tempo, para quando abrirmos outros escalões já termos, a nível de treinadores e jogadores, todas as componentes técnico-tácticas que nos permitam estar no topo regional e nacional”, explica Carlos Português, revelando que a equipa vai competir em provas da Associação de Voleibol de Lisboa ou de Leiria, pois em Santarém não existe tal entidade.

Outra aposta é a ginástica de formação, que engloba todas as variantes da ginástica, a começar pelos 4-5 anos, bem mais cedo que no caso do voleibol. “Há campeões olímpicos com 15 anos”, lembra João Moleiro. A Académica de Rio Maior vai também entrar pela área do fitness, proporcionando, através de algumas parcerias, aulas de combat, zumba, step ou aeróbica. Como apostas futuras surgem o futsal, neste caso já com a criação de uma equipa sénior, o andebol e, possivelmente, o basquetebol.

Futebol fora de jogo

O que está completamente excluído é o futebol: “Não faz sentido porque em termos de formação há o Núcleo Sportinguista de Rio Maior e em termos de seniores há a União Desportiva de Rio Maior. Há outras áreas que merecem ser exploradas e é por aí que queremos ir”, diz Pedro Baptista.

O recrutamento de atletas vai ser feito através de captações a terem lugar em finais de Setembro, inícios de Outubro. O certo é que vai haver uma grande aposta ao nível do marketing e publicidade. “Vamos ter uma comunicação muito forte para a rua, para os pais ouvirem e quererem os miúdos aqui. O site é fundamental, o facebook também porque hoje em dia toda a gente utiliza”, explica o presidente, revelando que em tão pouco tempo de existência o feedback é muito positivo.

Fonte: O Mirante

27 de novembro de 2013

Custos do Mundial do Brasil sobem quase 320 M euros

O custo dos doze estádios de futebol que estão a ser preparados para receber o Campeonato do Mundo, que decorre no próximo ano no Brasil, agravou-se em quase mil milhões de reais (cerca de 319,2 milhões de euros) em menos de um ano, de acordo com o Governo brasileiro. O atraso nas obras está na origem do aumento do investimento público.

As obras, que combinam a construção de novos estádios e a remodelação de outros, ascendem já a oito mil milhões de reais (2,55 mil milhões de euros), anuncia o ministério brasileiro do Desporto num documento relativo ao 5º Balanço do Mundial. Em Dezembro de 2012, altura em que tinha sido feita a última actualização pública dos investimentos relativos ao Mundial, os custos estavam estimados em 7,03 mil milhões de reais (2,24 mil milhões de euros, ao câmbio actual). E em 2010 as obras estavam orçamentadas em 5,3 mil milhões de reais (1,69 mil milhões de euros).

O estádio Mané Garrincha, em Brasília, que terá capacidade para 71 mil espectadores, foi o que apresentou a maior subida dos custos em relação ao ano passado: de mil milhões para 1,4 mil milhões de reais. De resto, apenas o estádio do Castelão, localizado em Fortaleza, apresentou uma descida (cerca de 17%) dos custos, enquanto os restantes 10 estádios subiram ou mantiveram os investimentos.

Quanto aos custos totais da organização do evento (que envolvem, além dos estádios, projectos de mobilidade urbana, intervenções em 20 aeroportos e seis portos, investimentos em telecomunicações, turismo, segurança e defesa e energia) ascendem já a 25,6 mil milhões de reais (8,17 mil milhões de euros).

Neste momento, segundo o ministério brasileiro do Desporto, há seis estádios entregues – que foram utilizados recentemente na Copa das Confederações – e outros seis com previsão de entrega já para o próximo mês. Entre os 12 estádios que estão a ser construídos ou alvo de renovação, apenas os estádios de São Paulo, Porto Alegre e Curitiba são de natureza jurídica privada. Os estádios de Brasília, Rio de Janeiro, Manaus e Cuiabá recebem apenas investimento público, enquanto os de Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife e Natal resultam de parcerias público-privadas (PPP’s).

Fonte: Marketeer

2 de julho de 2013

SAD passa a deter totalidade do capital da Benfica TV

A SAD do Benfica informou hoje a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que passa a ser titular da totalidade do capital da Benfica TV, depois do clube ter cedido a sua participação social.

A Benfica TV passará a transmitir, a partir de 2013/2014, os jogos dos “encarnados” na Luz da I liga portuguesa de futebol, bem como os encontros da primeira liga inglesa.

Fonte: Meios e Publicidade

29 de maio de 2013

Bayern é a marca de futebol mais valiosa

Os números voltam a mudar. Segundo a Brand Finance, o Bayern Munich, clube vencedor da Liga dos Campeões, valerá 668 milhões de euros o que o atira para primeiro lugar da tabela das marcas mais valiosas do mundo. Um posto reclamado há um ano pelo Manchester United e que em 2010 era detido pelo Real Madrid.

No relatório da Brand Finance, a marca Baynern cresce 8% face ao ano passado, com o Manchester United a cair para segundo lugar, num valor de cerca de 650 milhões de euros. O valor da marca Manchester diminuiu 3%, em parte devido à saída de Alex Ferguson, que anunciou a reforma este mês após 38 troféus em 26 anos.

A marca Real Madrid está avaliada em 482 milhões de euros, a marca Barcelona em 444 milhões de euros e o Chelsea em 325 milhões de euros.

No ranking das 25 marcas de futebol mais valiosas não figura qualquer clube português.
Top 25

1. Bayern Munich – 668 milhões de euros
2. Manchester United – 650 milhões
3. Real Madrid – 482 milhões
4. Barcelona – 444 milhões
5. Chelsea – 325 milhões
6. Arsenal – 319 milhões
7. Liverpool – 280 milhões
8. Manchester City – 257 milhões
9. AC Milan – 204 milhões
10. Borussia Dortmund – 202 milhões
11. Schalke – 201 milhões
12. Tottenham – 170 milhões
13. Juventus – 140 milhões
14. Ajax – 126 milhões
15. Inter Milan – 117 milhões
16. Hamburg – 112 milhões
17. Galatasaray – 90 milhões
18. Olympique Marseille – 86 milhões
19. Corinthians – 80 milhões
20. Napoli – 78 milhões
21. Lyon – 78 milhões
22. Fenerbahce – 74 milhões
23. Leverkusen – 70 milhões
24. Paris Saint-Germain – 66 milhões
25. Stuttgart – 64 milhões

Fonte: Marketeer

14 de maio de 2013

Neymar é o mais valioso, Cristiano Ronaldo apenas o 8º

Neymar é um fenómeno no Brasil, tanto dentro como fora de campo, mas os seus feitos ainda têm eco limitado na Europa, exceto quando pelo meio se mete o futuro do jogador, constantemente ligado a Barcelona e Real Madrid. No entanto, e como não é só no mundo do futebol que Neymar dá que falar, a revista SportsPro e a Eurosport avaliaram o astro canarinho como o desportista «com maior valor comercial em termos de marketing».

O avançado do Santos é o primeiro do ranking mas não é o único futebolista da lista, já que Lionel Messi ocupa a segunda posição do pódio e Cristiano Ronaldo é o oitavo classificado no referido estudo. Vicent Kompany (21.º), Jack Wilshere (29.º), Lucas Moura (33.º), Shinji Kagawa (38.º), Gareth Bale (48.º) e a norte-americana Alex Morgan (27.ª) são outros nomes que aparecem no top-50.

David Cushan, editor-chefe da revista SportsPro, justificou da seguinte forma a eleição de Neymar como o desportista mais valioso para projetos de marketing: «Elegemos Neymar no ano passado e não há motivos para mudar essa condição este ano. Está bem posicionado para ser o jogador mais rentável no Mundial 2014 e a sua transferência para a Europa continua a ser muito falada. O seu estatuto de superestrela e o seu óbvio talento transformam-no num alvo apetecível para as grandes marcas. E ainda nem sequer está no pico da carreira», comentou o jornalista.

Fonte

11 de abril de 2013

Presidente da Federação Portuguesa de Surf anuncia fim de ciclo de 10 anos

O presidente da Federação Portuguesa de Surf (FPS), Guilherme Bastos, anunciou o fim de um ciclo de dez anos à frente do organismo, garantindo que não se vai recandidatar à presidência do mesmo.

"Não irei liderar qualquer lista às eleições. Mais: não irá, sequer, concorrer nenhuma lista cuja composição seja sugerida por mim. Creio que chegou a altura de dar liberdade às pessoas interessadas para conduzir a Federação Portuguesa de Surf para um novo ciclo", disse em declarações reproduzidas pela FPS.

Guilherme Bastos, que passou os últimos 12 anos como dirigente da FPS, dez dos quais como presidente, espera que no próximo ano estejam a funcionar todos os Centros de Alto Rendimento de Surf, locais que surgiram, de acordo com o responsável, devido aos resultados que a modalidade demonstrou na última década.

Fonte: Visão

4 de fevereiro de 2013

Final da Taça de Portugal continua no Jamor

Através de um comunicado colocado no site da FPF, a entidade revelou que a Taça de Portugal vai continuar no Jamor, embora após a «execução de um plano de melhoramentos».

O comunicado na íntegra:
«A Federação Portuguesa de Futebol confirma que, após um exaustivo trabalho de levantamento de necessidades ao nível da segurança dos espectadores e das equipas e confirmado o compromisso do Estado num plano de melhoramentos do Estádio Nacional nos próximos três anos, a Final da Taça de Portugal continuará a ser ali disputada.
O Presidente e a Direcção da FPF agradecem a compreensão do Estado, nomeadamente do ministro Miguel Relvas e do Secretário de Estado, Alexandre Mestre.
Para o Presidente da Federação este é um momento especial: "Depois de colocarmos a Cidade do Futebol no Jamor, o caminho estava traçado. Agora é importante avançar e criar até condições para voltar a ver a Selecção Nacional pisar o palco do Estádio Nacional".
Fernando Gomes alerta que "na final da Taça deste ano as condições não serão ainda as ideais, mas nestes três anos há condições para, a par da Cidade do Futebol, ir recolocando o Jamor como espaço de eleição para as Selecções Nacionais"»

Fonte: Diário Digital

25 de janeiro de 2013

Real Madrid com receitas superiores a 500 milhões de euros

O Real Madrid tornou-se no primeiro clube mundial a ultrapassar os 500 milhões de euros de receitas em apenas um ano, de acordo com a 16ª edição da Football Money League, da consultora Deloitte.

As receitas combinadas dos 20 maiores clubes com maiores rendimentos a nível global ultrapassaram os 4 mil milhões de euros (num total de 4,8 mil milhões de euros) na época de 2011/12, um aumento de 10% relativamente ao ano anterior.

Pelo quinto ano consecutivo, os clubes que figuram nos seis primeiros lugares da Money League são Real Madrid, FC Barcelona, Manchester United, Bayern Munich, Chelsea e Arsenal, mantendo-se igualmente a posição relativa entre estes nos últimos quatro anos. O FC Barcelona posiciona-se, mais uma vez, no segundo lugar, pelo quarto ano consecutivo, completando a dupla espanhola que ocupa o topo da Money League.

Há uma nova entrada na Money League este ano com o Newcastle United, de Inglaterra, que veio substituir o espanhol Valência. Mais uma vez, a Premier League tem a maior contribuição para a Money League com sete clubes no “Top 20”, cinco dos quais posicionados no “Top 10”.

Conheça o ranking completo do Football Money League

1 – Real Madrid
2 – FC Barcelona
3 – Manchester United
4 – Bayern Munich
5 – Chelsea
6 – Arsenal
7 – Manchester City
8 – AC Milan
9 – Liverpool
10 – Juventus
11 – Borussia Dortmund
12 – Internazionale
13 – Tottenham Hotspur
14 – Schalke 04
15 – Napoli
16 – Olympiaque de Marseille
17 – Olympiaque Lyonnais
18 – Hamburguer SV
19 – AS Roma
20 – Newcastle United

Fonte: Marketeer

24 de janeiro de 2013

Benfica tem receitas de 111 milhões de euros mas continua fora dos 20 maiores clubes

As receitas do Benfica subiram 9% no ano passado mas o avanço nas contas não foi suficiente para impedir que os encarnados descessem uma posição entre os maiores clubes da Europa, nas contas da consultora Deloitte.

O clube liderado por Luís Filipe Vieira alcançou receitas na ordem dos 111,1 milhões de euros na época 2011/2012, o que compara com os 102 milhões de euros na época anterior e os 98,2 milhões de euros registados um ano antes, de acordo com as contas do “Football Money League 2013”.

Apesar do avanço nas contas, as águias desceram de posição. Em vez do 21º lugar do ano passado, estão agora na 22ª posição. Isto porque o Newcastle somou mais dinheiro com as receitas de transmissão televisiva e, com 115,3 milhões de euros, conseguiu retirar do ranking dos 20 o Valência, que apresenta os mesmos 111,1 milhões de euros que o Benfica.

Mais uma vez, o Benfica fica perto de entrar na lista dos 20 maiores clubes mas não o consegue. No ano passado, o clube da Luz era apontado como aquele que poderia entrar nessa lista, caso avançasse nas fases da Liga dos Campeões e caso conseguisse receitas adicionais. A verdade é que o colectivo treinado por Jorge Jesus (na foto) chegou aos quartos-de-final da liga milionária, tendo sido derrotado pelo Chelsea. Contudo, não conseguiu subir ao grupo dos “capitães” desta indústria do futebol.

Este ano, o estudo da Deloitte não reserva nenhum espaço para comentar o desempenho do Benfica mas, no ano passado, a consultora referia o “forte conjunto de fãs” e as “excelentes instalações do estádio da Luz” como suporte do clube.

Já no ano anterior, havia a expectativa, enunciada pelo “partner” da entidade, de que as águias voassem para este ranking dos 20 maiores clubes, de onde saiu em 2006. Depois de dois anos seguidos com esta expectativa a ser sublinhada mas sem ser concretizada, a Deloitte não faz, desta vez, nenhuma menção a essa possibilidade.

Aumento das receitas do Benfica acompanham Europa

Com os 111,1 milhões de euros de receitas, nas contas da consultora, o Benfica apresenta um número mais de quatro vezes abaixo do apresentado pelo Real Madrid, que superou, pela primeira vez, os 500 milhões de euros em receitas ao chegar aos 512,6 milhões de euros. O segundo lugar é do Barcelona, com 483 milhões de euros.

O aumento de 9% das receitas dos encarnados é ligeiramente inferior à subida de 10% das receitas dos 20 maiores clubes do Money League.

As receitas calculadas pela Deloitte estão relacionadas com as receitas de bilheteira, de transmissão televisiva e de participação em competições, ou seja, a capacidade que o clube tem para gerar receitas através das operações diárias relacionadas com o futebol.



Fonte: Jornal de Negócios

19 de dezembro de 2012

Mundial de surf acumula 26 milhões em Peniche

É o resultado somado desde 2009. Estudo de impacto económico relativo a 2012 aponta para oito milhões, cabendo um milhão a impostos.

Mar, acrobatas das ondas em manobras de incrível equilíbrio, areal com milhares de sorrisos morenos, louros e ruivos. O cenário é Supertubos, em Peniche; o acontecimento é a etapa do Mundial de surf; o impacto económico, desde 2009, situa-se nos "26 milhões de euros", segundo António José Correia, presidente da câmara local. Em 2012, segundo o estudo da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar divulgado ontem, a despesa directa chegou a oito milhões de euros, sendo quase um milhão relativo a impostos.

Embora aponte "menos certezas" aos dados da edição inaugural, em 2009, o edil fala de números em crescimento: "Cinco milhões nesse ano, seis milhões no seguinte, sete em 2011 e oito milhões em 2012" para estabelecer a soma de 26 milhões de euros. O entendimento da parceria público-privada "em que a relação das verbas aplicadas é de 20%-80%" vai no sentido de que o surf serve como "plataforma para promoção de Portugal, captando investimento externo".

Fonte: Económico

19 de julho de 2012

Jogos Olímpicos, a 2ª marca mais valiosa do mundo

Os Jogos Olímpicos registam este ano um valor de marca de cerca de 38,8 mil milhões de euros. Deste modo, o evento desportivo torna-se na segunda insígnia mais valiosa do mundo, antecedida apenas pela Apple, que regista um valor de marca de cerca de 57,50 mil milhões de euros.
Este é o resultado de um estudo desenvolvido pela Brand Finance, o Global 500 Rank. Comparado com os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, a insígnia cresceu 87 por cento.

David Haigh, CEO da Brand Finance, revela: “Não há qualquer dúvida de que a marca Jogos Olímpicos é um formidável  gerador de valor e representa um enorme valor para o país organizador, esperando-se que produza um benefício líquido para a economia inglesa de mais de 20 mil milhões de euros”.

Desde a realização, há quatro anos, dos últimos Jogos Olímpicos, em Pequim, a marca registou um crescimento na receita total de 38 por cento. As receitas de transmissão televisiva também aumentaram, em 51 por cento – para cerca de 3,15 mil milhões de euros-, enquanto as receitas dos patrocinadores registaram um incremento de 10,5 por cento, o que reflete, eventualmente, as difíceis condições comerciais da recessão que se sente a nível mundial.

De referir ainda que as receitas de transmissão televisão representam dois terços das receitas do Comité Olímpico Internacional.

Fonte: Lift

18 de julho de 2012

Dívida impede Varzim de subir à Liga de Honra

O Varzim vai ficar fora da Liga de Honra de futebol, confirmou hoje à agência Lusa o presidente do emblema poveiro, Lopes de Castro, por não ter conseguido cumprir as condições para regressar às competições profissionais.

A equipa nortenha não reuniu, em tempo útil, uma verba de cerca de 600 mil euros para saldar uma dívida junto das Finanças, fundamental para regularizar a sua inscrição na Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP). 

Desta forma, o Varzim vai ceder o seu lugar na Liga de Honra e participar, novamente, na II Divisão Nacional, escalão no qual se sagrou campeão na temporada passada. 

Lopes de Castro, líder do clube, não escondeu o desalento por todos os esforços feitos para resolver o problema da dívida às Finanças não terem dado frutos. 

"Esgotámos todas as possibilidades, mas não conseguimos superar as dificuldades financeiras, e não vamos poder competir na Liga de Honra. É um momento de muito desalento", admitiu o dirigente. 

Lopes de Castro confirmou que o clube "entrará em fase de reflexão", mas confirmou a intenção de competir nos escalões não profissionais. 

"É um momento muito complicado, mas temos de refletir e, agora, falar com a equipa técnica e com os jogadores da para perceber quem quer ficar no clube", afirmou. 

Certo é que o dirigente não vai continuar na presidência do clube: "Tenho de assumir o fracasso, e não terei condições para continuar no clube. Vou ajudar as resolver as crises imediatas". 

O prazo para a regularização dos processos de inscrição das equipas nas competições profissionais na LPFP termina hoje às 18:00. 

Da Liga de Honra, além de Varzim, também Leixões e Trofense estão impedidos de registar novos contratos e prolongar os anteriores. 

Fonte: RTP

13 de julho de 2012

Os milhões da Champions League

A participação na última edição da Liga dos Campeões rendeu aos cofres do Benfica cerca de 20 milhões de euros, enquanto o FC Porto somou mais de 12 milhões em prémios da UEFA pela Champions.

De acordo com os números avançados esta sexta-feira no site da UEFA, as «águias» acrescentam 19,757 milhões de euros, e os dragões 12,394 milhões.

Recorde-se que o Benfica foi eliminado nos quartos de final e o FC Porto foi logo na fase de grupos da prova.

O plantel da Luz recebeu, tal como a formação da Invicta, 3,9 milhões de euros como valor fixo de participação e 3,3 milhões de euros por cada jogo disputado, mas os encarnados somaram mais 3,6 milhões pelos seus resultados no Grupo C - três vitórias e três empates - e também os prémios pelas qualificações para os 16-avos-de-final (3 M€) e para os quartos-de-final (3,3 M€).

Já os azuis-e-brancos acabaram no Grupo G com duas vitórias, dois empates e duas derrotas, o que perfaz 2,4 milhões de euros.

Quanto aos direitos televisivos, o FC Porto facturou mais, tendo ganho da UEFA 2,794 milhões de euros, ao passo que o Benfica somou 2,657 milhões.

12 de julho de 2012

CEO do Grupo Vivafit eleito empresário do ano

Pedro Ruiz, CEO do Grupo Vivafit, foi eleito empresário do ano 2011 pela Câmara de Comércio Luso-Espanhola.

O gestor vê assim reconhecido o trabalho de desenvolvimento da rede mundial da marca portuguesa, hoje presente no Uruguai, Singapura, Chipre, India e Espanha. 

O Grupo totaliza 6 contratos de Master Franchising na Ásia, Europa e América do Sul, sendo que Venezuela e Colômbia são os alvos mais imediatos de uma “short list” de 9 países preferenciais que tem trabalhado juntamente com o AICEP. 

Pedro Ruiz, 54 anos, Engenheiro Naval pelo I.S.T., trabalhou na Setenave, Rinave, ESSO Espanhola, recebeu em 2009 o prémio de Liderança Europeia na Industria do Fitness pela IHRSA, participa na direcção da Associação Europeia de Fitness EHFA, da Câmara de Comércio Luso-Espanhola, e da Associação Portuguesa de Ginásios AGAP. 

VivaFit é uma marca nacional, pioneira na introdução em Portugal, há dez anos, do conceito de ginásio só para mulheres, liderando o mercado de fitness em Portugal em número de unidades e no segmento de ginásios exclusivos para mulheres. 

Fonte: HR Portugal

11 de julho de 2012

Os megaeventos desportivos como veículos de comunicação das marcas: o caso do Euro 2012

Os megaeventos desportivos são fundamentais como veículos de comunicação das marcas para chegar ao seu público-alvo. De facto, trata-se de uma forma de fazer marketing através do desporto, ou seja, uma oportunidade que é dada às marcas para comunicaram com os seus consumidores, que são, simultaneamente, consumidores desportivos.
 Designados por ações coletivas e efémeras que comportam status simbólicos e escalas espaciais e temporais muito significativos (Seixas, J. 2010), estes megaeventos, como o recente Campeonato Europeu de Futebol, ou Euro 2012 na sua forma abreviada, são importantes momentos de exposição das marcas a um grande número de consumidores e potenciais consumidores. Neste artigo para o Marketing Portugal, a minha análise, breve mas concisa e prática, irá incidir sobre o megaevento que no último mês nos prendeu à televisão e às redes sociais, e onde, nas conversas offline, houve sempre tema de discussão.
 Esta análise começa por um facto curioso: o interesse dos europeus no evento em causa. Segundo um estudo da OMD, realizado antes da prova começar, o Euro 2012 era o evento desportivo que despertava maior interesse entre os europeus (72 por cento), situando-se mesmo à frente dos Jogos Olímpicos de Londres (66 por cento).
 Em Portugal, atingiram-se mesmo números muito interessantes do ponto de vista da audiência televisiva, com cerca de 3.7 milhões de espectadores no jogo das meias-finais entre Portugal e Espanha, transmitido pela SIC, e 3.5 milhões no jogo da fase de grupos entre Portugal e a Holanda.
 Segundo um estudo do IPAM, que analisou as diferentes fases da prova - estágio, fase de grupos, quartos-de-final, meia-final e final, o impacto na economia portuguesa se a seleção nacional fosse campeã europeia, rondaria os 551 milhões de euros. A Espanha foi a campeã, e segundo este estudo o impacto na economia do país vizinho terá sido de 2,2 mil milhões de euros.
 Com a enorme mediatização em torno do evento, é natural que as marcas vejam estes momentos como aqueles onde devem apostar grande parte do budget anual alocado ao marketing. Só na fase de grupos da prova, e durante os 15 minutos de intervalo entre cada uma das partes dos jogos, foram investidos, segundo um estudo da Initiative, 12,4 milhões de euros em publicidade. Juntas, Sharp, Hyundai e Coca-Cola investiram mais de 2,6 milhões de euros. A primeira marca portuguesa a surgir neste ranking é a Zon, representando 5% do investimento total nos intervalos dos jogos. Deste bolo de investimento, a TVI foi o canal que arrecadou maior volume de investimento, com um total de 4,9 milhões de euros, seguida da RTP, com 4,8 milhões, e da SIC com 2,7 milhões.
As marcas parceiras da Seleção Nacional de Futebol, como a Nike, Continente, GALP, Sagres, o BES ou TMN, realizaram várias ações de comunicação durante os últimos meses.

 A Nike forneceu conteúdos exclusivos dos bastidores da seleção no seu canal do YouTube e no Facebook.
 
O Continente lançou a campanha “Olá, eu sou Portugal”, onde antigas glórias da seleção nacional – Carlos Manuel, Maniche e Figo, falam de alguns momentos memoráveis que tiveram com alguns dos adversários que defrontamos no Euro, como o caso do golo do Carlos Manuel à Alemanha em 1985.

A GALP lançou a campanha “11 por todos, todos por 11”, onde, segundo Isabel Caiado, diretora de marketing da empresa em entrevista à Marketeer, “em vez de serem os adeptos a «vestir a camisola» da Seleção, foram os jogadores a vestir a «camisola dos portugueses», a ajudá-los, através das suas vitórias, a levantar a moral do país”. 

A Sagres, parceira da Seleção desde 1993, lançou a campanha “Somos Seleção”, que tem a sua génese na “Sagres Somos Nós”, lançada em 2011. O objetivo passou por procurar criar o espírito e a força necessários para unir os portugueses, comunicando que todos fazem parte da Seleção.

A TMN criou a campanha “Vamos lá Portugal”, onde pretende salientar o esforço e a dedicação de todo o staff em torno da Seleção, com o mote “”Eles podem não saber cantar. Mas fazem tudo pela Seleção”.

Por último, o BES realizou uma corrida de apoio à Seleção Nacional, onde participaram 22 mil pessoas, e cujo mote foi “Uma braçadeira no braço, um país no coração”.

Relativamente ao digital, em apenas cerca de dois meses, a página do Facebook do Euro2012 acumulou quase 900 mil fãs. O site do evento (http://www.uefa.com/uefaeuro/) era absolutamente fantástico, com tudo aquilo a que um fã quer ter acesso. Fotografias e estatísticas pormenorizadas de todos os jogadores, aplicação mobile para seguir tudo ao minuto e ter acesso a todas as notícias, vídeos e fotografias dos jogos e outros eventos no telemóvel, bilheteira online, loja online, enfim, tudo o que permita aos adeptos viverem da melhor forma possível um mês da modalidade que os apaixona. Como curiosidade, referir que dos países observados no estudo da OMD, Portugal destacou-se como aquele em que os fãs mais usaram a internet para seguir o Euro (71 por cento).
 Claro que nem tudo são boas notícias. Ainda recentemente foi divulgado um caso de manipulação de imagens no evento no jogo das meias-finais entre Alemanha e Itália, onde após a derrota dos primeiros aparece na televisão uma senhora germânica a chorar, pretendendo-se transmitir ao público a tristeza dos alemães pela derrota. Afinal, sabe-se agora, a senhora chorou, mas não foi no final do jogo. Pelo contrário, foi no início do jogo, quando ouviu o hino do seu país.
 Além disto, existem também outros motivos a considerar quanto à manutenção do espetáculo desportivo, como o sistema de competição da prova. Recorde-se que no próximo Euro o número de seleções vai aumentar de 18 para 24, e alguma competitividade poderá perder-se pelo caminho, com seleções com menor potencial para competirem entre as melhores a poderem, eventualmente, baixar a qualidade do espetáculo. Claro que pior ainda seria a realização de um Euro por toda a Europa, como recentemente defendeu Michel Platini, presidente da UEFA. Cada um tem a sua “panca”. Ou não…

Fonte: Marcos Castro


28 de junho de 2012

Portugal recebe 15 milhões por participação no Euro

A selecção nacional sai do Europeu de futebol com mais 15 milhões de euros. O dinheiro será distribuído por jogadores e equipa técnica.

Depois da derrota de Portugal frente à Espanha, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai receber 15 milhões de euros, dos 196 que a UEFA tem disponíveis para distribuir pelas 16 equipas que participaram na fase final deste europeu.

As verbas disponibilizadas pela UEFA este ano são superiores às do último europeu que decorreu na Áustria e Suiça, que teve uma verba para prémios de 184 milhões de euros.

O dinheiro será dividido por todos os participantes, recebendo todas as equipas à partida 8 milhões de euros. Na fase de grupos cada vitória valia um milhão de euros enquanto um empate dava direito a meio milhão. Qualificando-se para os quartos-de-final, a selecção arrecadou mais 2 milhões de euros e a vitória sobre a República Checa, e a consequente passagem às meias-finais, fez com que Portugal ganhasse mais 3 milhões de euros, fazendo um total de 15 milhões de euros.

A selecção que mais recebeu até agora foi a Alemanha, que recebeu 16 milhões de euros, tendo ganho todos os jogos que disputou até agora.

Fonte: iOnline

31 de maio de 2012

Clubes da Premier League gastaram perto de dois mil milhões de euros em salários

De acordo com um estudo da Deloitte, os 20 clubes que disputaram a Premier League na época transata despenderam nada menos que 1.600 milhões de libras, cerca de 1.900 milhões de euros, em vencimentos.

A fatia maior pertence ao Chelsea, propriedade do magnata russo Roman Abramovich, que gastou qualquer coisa como 229 milhões de euros em salários.

Os gastos dos 20 emblemas em vencimentos aumentaram 14 por cento em relação à época 2010/2011, subindo de 201 para 241 milhões de libras.

As receitas resultantes da venda de bilhetes cresceram 12 por cento, para 2.724 milhões de euros.

A dívida dos clubes foi reduzida em 420 milhões de euros, fixando-se agora em 2.880 milhões de euros. 

Fonte: A Bola

19 de maio de 2012

Guimarães será Cidade Europeia do Desporto em 2013

Guimarães foi hoje escolhida para ser Cidade  Europeia do Desporto em 2013 pela ACES Europe (Associação das Capitais Europeias  do Desporto).

É a primeira vez que uma cidade portuguesa é nomeada, na categoria de  cidades entre 100 mil a 250 mil habitantes, juntando-se Guimarães, Capital  Europeia da Cultura em 2012, às cidades italianas de Cremona, Modena e Reggio  Calabria e à espanhola de Lorca.

A ACES obriga a organizar 30 eventos desportivos  por ano, mas os responsáveis vimaranenses querem ir mais longe e criar um  por semana, 52 no total. 

Presentes na cerimónia que tornou pública a escolha, e que decorreu  no Pavilhão Multiusos de Guimarães, estiveram, entre outros, o secretário  de Estado do Desporto e Juventude, Alexandre Mestre, o presidente da ACES  Europe, Gian Francesco Lupattelli, o presidente da câmara vimaranense, António  Magalhães, o presidente do Vitória de Guimarães, Júlio Mendes e os ex-jogadores  do clube, Pedro Mendes e Fernando Meira, dois dos embaixadores do evento.

Fonte: Expresso